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Quarta-feira, fevereiro 21, 2024
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UE chega a acordo para aumentar a segurança cibernética de produtos digitais

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Bruxelas – Os legisladores da União Europeia fizeram progressos esta semana no sentido de impor medidas mais rigorosas de segurança cibernética para dispositivos ligados à Internet utilizados por milhões de europeus diariamente.

Na noite de quinta-feira, o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu chegaram a um acordo informal sobre a Lei de Resiliência Cibernética, uma proposta de legislação que visa proteger os produtos digitais contra ataques cibernéticos. O projeto de lei exigiria que os fabricantes de produtos com recursos digitais garantissem que são resilientes contra hackers, fornecessem transparência em relação à sua segurança e emitam atualizações regulares de software.

“A Lei de Resiliência Cibernética fortalecerá a segurança cibernética dos produtos conectados, combatendo vulnerabilidades tanto em hardware quanto em software, tornando a UE um continente mais seguro e resiliente”, disse Nicola Danti, o principal eurodeputado que negocia o projeto de lei.

A lei designaria certas categorias de produtos com base na sua criticidade e risco cibernético. Itens como leitores biométricos, assistentes domésticos inteligentes e câmaras de segurança privadas juntar-se-iam à lista sob as alterações do parlamento.

Para os dispositivos cobertos, os patches de segurança teriam de ser instalados automaticamente, sem ação do usuário, “quando for tecnicamente viável”, segundo os negociadores. A Agência da União Europeia para a Cibersegurança (ENISA) também assumiria um papel alargado na informação dos Estados-Membros sobre vulnerabilidades generalizadas.

Danti disse que o projeto equilibra segurança e inovação, apoiando pequenas empresas e desenvolvedores de código aberto. “Só juntos seremos capazes de enfrentar com sucesso a emergência de cibersegurança que nos espera nos próximos anos”, alertou.

O acordo provisório da Lei de Resiliência Cibernética ainda requer aprovação formal. Mas os seus arquitectos esperam que mandatos de produtos digitais mais robustos possam ajudar os europeus a evitar dores de cabeça cibernéticas, à medida que os dispositivos conectados continuam a proliferar na vida quotidiana.

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